Meta contra deepfakes: a IA a serviço do golpe?
A Meta, empresa por trás do Facebook, Instagram e WhatsApp, está entrando em ação contra o uso de deepfakes – aquelas montagens de vídeo e imagem ultra-realistas – para golpes e fraudes. A parada é séria porque a parada é com grana: a empresa está processando gente que usou a tecnologia para enganar usuários e vender produtos fajutos. E por que isso interessa a você, que está lendo? Simples: deepfakes estão cada vez mais sofisticados, e o risco de cair em uma furada digital, seja ela vendendo um produto ou divulgando desinformação, é real. Bora entender melhor essa treta.
O que são deepfakes e por que eles são perigosos
Basicamente, deepfakes são vídeos ou imagens falsas, mas que parecem *muito* reais. Eles são criados com inteligência artificial, que aprende a imitar a voz, os trejeitos e até o rosto de uma pessoa. O problema é que essa tecnologia pode ser usada para muita coisa errada: desde divulgar notícias falsas até aplicar golpes financeiros. Imagine, por exemplo, um vídeo seu sendo usado para promover um produto que você nunca usou ou endossou. Ou pior, um vídeo seu sendo usado para praticar golpes. É nesse cenário que a Meta está focando, processando quem usa a IA para se passar por outras pessoas e vender produtos fraudulentos.
As ações da Meta e os casos no Brasil e na China
A Meta está botando pra quebrar e entrou com processos contra gente que usou deepfakes para enganar usuários em suas plataformas. No Brasil, um dos casos envolveu um sujeito que usou a imagem de um médico famoso para vender produtos de saúde sem aprovação. A Meta também está de olho na China, onde empresas estavam usando deepfakes de celebridades para atrair pessoas para “grupos de investimento”. A parada é tão séria que até a marca de luxo Longchamp foi vítima de anúncios fraudulentos com deepfakes. A empresa está mostrando que não está pra brincadeira e que vai lutar contra o uso indevido da tecnologia.
Como se proteger dos deepfakes
A boa notícia é que, embora os deepfakes sejam assustadores, existem algumas dicas para se proteger:
- Desconfie: Se algo parecer bom demais para ser verdade, desconfie. Golpes com deepfakes costumam usar promessas mirabolantes.
- Verifique a fonte: Antes de acreditar em qualquer vídeo ou imagem, veja quem postou e se a fonte é confiável.
- Preste atenção aos detalhes: Deepfakes podem ter erros, como movimentos estranhos, áudio de má qualidade ou expressões que não combinam com a pessoa.
- Mantenha seus dados seguros: Não compartilhe informações pessoais em sites suspeitos e use senhas fortes.



