Novo modo de segurança do WhatsApp: Como te protege?

WhatsApp turbinado: novo modo de segurança para proteger você

A segurança digital é um assunto cada vez mais importante, e o WhatsApp está respondendo a essa demanda. A plataforma lançou um novo modo de segurança, focado em proteger usuários que podem estar em risco de ataques cibernéticos sofisticados. Mas o que isso significa na prática? Basicamente, o app está te dando mais ferramentas para se proteger, mas com algumas “sacrificações” na experiência de uso. Se você é daquele tipo que se preocupa com privacidade e segurança, ou se, por algum motivo, acha que pode ser alvo de ataques, este artigo é para você. Vamos entender como funciona, quem deve usar e se vale a pena.

Como funciona o novo modo de segurança do WhatsApp

O novo modo de segurança do WhatsApp é uma camada extra de proteção. Ele funciona ativando configurações mais rigorosas no aplicativo. Para habilitá-lo, você precisa ir em “Configurações”, depois em “Privacidade”, clicar em “Configurações avançadas” e, por fim, ativar a opção “Configurações rigorosas da conta”.

Ao ativar essa função, o WhatsApp fará o seguinte: bloqueia anexos e prévias de links enviados por pessoas que não estão nos seus contatos; ativa a confirmação em duas etapas para evitar que sua conta seja ativada em outro celular; bloqueia ligações de números desconhecidos; e limita as informações que outros usuários podem ver sobre você (como “visto por último” e “online”), além de restringir a sua adição em grupos.

Para quem é essa proteção extra?

O WhatsApp deixou claro que esse modo de segurança não é para todo mundo. Ele é voltado, principalmente, para pessoas que podem ser alvos de ataques cibernéticos mais direcionados e sofisticados. A empresa cita como exemplos jornalistas, figuras públicas e ativistas. Em outras palavras: se você não corre esse tipo de risco, talvez não precise ativar essa função.

É importante ressaltar que a maioria das pessoas não é alvo de ataques sofisticados. Se você usa o WhatsApp para conversar com amigos e familiares, e não tem motivos para acreditar que alguém está mirando em você, provavelmente as configurações padrão de segurança já são suficientes.

Outras plataformas e o futuro da segurança digital

O WhatsApp não está sozinho nessa. Outras empresas de tecnologia, como a Apple e o Google, também estão investindo em modos de segurança mais robustos. Em 2022, a Apple lançou o “Modo de Bloqueio” para iPhone e macOS, que desativa a maioria dos anexos de mensagens e prévias de links, além de restringir chamadas do FaceTime e navegação na web. O Android, por sua vez, começou a oferecer o “Modo de Proteção Avançada” em 2025.

Essas iniciativas mostram uma tendência do mercado. À medida que as ameaças cibernéticas se tornam mais complexas, as empresas estão oferecendo aos usuários mais controle sobre sua segurança, mesmo que isso signifique sacrificar um pouco da conveniência.

Vale a pena ativar o novo modo de segurança?

A resposta depende de você. Se você se encaixa no perfil de usuário que o WhatsApp considera em risco, ou se valoriza muito a privacidade e a segurança, então sim, vale a pena ativar essa proteção extra. Caso contrário, talvez não seja necessário. O importante é estar ciente das opções e tomar uma decisão informada.

Lembre-se: segurança é sempre uma troca. Você ganha mais proteção, mas pode perder um pouco da praticidade. Analise o seu cenário, entenda os riscos e escolha o que faz mais sentido para você. No fim das contas, a decisão é sua!

Conclusão: sua segurança em suas mãos

O novo modo de segurança do WhatsApp é uma ferramenta poderosa para quem precisa de proteção extra contra ataques cibernéticos. Ele oferece recursos que limitam a exposição a ameaças, mas também impõem algumas restrições na experiência de uso do aplicativo. Vimos que essa funcionalidade é mais indicada para um nicho específico de usuários, como jornalistas e ativistas.

Se você se preocupa com segurança, vale a pena conhecer e entender essa novidade. No final das contas, a segurança digital é um jogo de escolhas. Cabe a você avaliar os riscos, entender as opções e decidir o que é melhor para você. E lembre-se: a informação é a sua melhor arma. Agora, se cuida, e não clica em qualquer link suspeito por aí, hein?

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